Homenagem a:
terça-feira, 19 de agosto de 2014
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Sem pó, nem teias de aranha!
Esquecidas durante 37 anos, no meio de Jornais velhos de colecção guardados religiosamente pelo seu conteúdo, estas fotografias que publico, estiveram mais 20 anos, "sem ver a luz do dia".
Foram achadas quando tive de fazer a limpeza da minha casa por força da sua venda ao Ti João Romão em 1994. Referem-se à inauguração da Escola em 9 de Junho de 1957.
Uma outra, refere-se à inauguração do Salão (feito pelo povo do Sobral) chamado de Paroquial, sem o ser.
Foram achadas quando tive de fazer a limpeza da minha casa por força da sua venda ao Ti João Romão em 1994. Referem-se à inauguração da Escola em 9 de Junho de 1957.
Uma outra, refere-se à inauguração do Salão (feito pelo povo do Sobral) chamado de Paroquial, sem o ser.
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| Inauguração do Salão - Edifício de dois pisos : Um para sala de espectáculos outro para o Posto Medico |
sexta-feira, 25 de abril de 2014
sexta-feira, 18 de abril de 2014
sábado, 15 de março de 2014
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
A GUERRA DE LOB
(..) Foi acordado por um
movimento repentino nas suas costas. Um saco, uma mala de senhora caia no seu
colo.
– Desculpe, ouviu Lob da boca
bem desenhada da jovem que continuou preparando a bagagem para a saída do
comboio.
O comboio apitou lá na frente dando indicação da
breve chagada à estação. A mãe (?) da jovem com a maleta na mão dirigia-se para
a saída quando ela aceitou das mãos de Lob o saco-mala que antes lhe lançara no
colo. Pegando no saco, que Lob lhe devolvia, com olhar doce, lindo, e lábios
rosados, húmidos, deixou-lhe na mão um pedaço de papel correndo para a porta de
saída do comboio que acabava de parar na estação.
Lob abriu a janela e viu muitas
fardas verdes que acabavam de sair do comboio e entre elas uma “mãe” e uma
filha de cabelos negros que para ele olhava fixamente… Com tristeza… Muita
tristeza.
Lob não deixou de seguir,
enquanto foi possível, os passos daquelas duas mulheres que abandonavam agora a
estação do caminho-de-ferro de Castelo Branco. Castelo Branco de recordações.
Onde andaria o Quelhas perguntou-se sem deixar de olhar a jovem de lábios
rosados, húmidos.
Apitando três vezes o comboio
zarpou em direcção à Gardunha e aos túneis que, diziam alguns visionários no
seu tempo de estudante na zona, tinha no seu interior “extra-terrestres”. A
janela continuava aberta na noite. O ar era fresco. A lua cheia dominava o céu.
Lob desdobrou o papel que a jovem lhe deixara. Uma vez. Outra vez. E leu numa
caligrafia visivelmente rápida, nervosa. ANA PAULA telefone 478… e mais três
números seguidos de …tua madrinha de guerra...
Lob olhou a noite. Lob fixou a lua poisada no cume da serra. O comboio
entrou no primeiro túnel da Gardunha e a janela aberta deixava entrar o som
cavo e intimista das entranhas da montanha. (…)
[Lobo Mata, em a “Guerra de Lob”
1ª Edição: Julho,2012. Editora: Chiado Editora]
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
NO RASTO DA DRAGA
(Capitulo:
5.1.2. Extração mineira e produção agrícola
transformação
da estrutura produtiva e semi-proletarização)
Por
Pedro Gabriel Silva, em “No Rasto da Draga- exploração mineira e
protesto popular numa aldeia da Beira Baixa (1912-1980)” 1ª
Edição:2013. Editora: 100LUZ – Castro Verde (Portugal)
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