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quarta-feira, 6 de julho de 2011

VOLTEMOS À ESCOLA!



Voltemos à Escola!
Em comentário ao post anterior, Laureano Soares, conterrâneo e amigo, residente na Província do Quebec, Canadá, presenteia-nos com um poema de Afonso Simões, “Um Ninho”, inserido no seu livro da 4ª. Classe do ano de 1951. E ao mesmo tempo faz um apelo a todos os seus colegas de Escola que nesse ano fizeram o exame da 4ª. Classe, no sentido de se reencontrarem num lugar e data a combinar.
É com agrado que por este meio amplifico o seu apelo com o  objectivo que  o seu desejo se concretize.
- O seu contacto de  e-mail:  icisol@hotmail.com
“Nos começos dos anos 50,
No meu livro da 4a. classe havia (ha) uma poesia de Afonso Simôes que têm por titulo:

Um ninho

Sabeis o que é um ninho, esse pequeno lar,
Onde a ventura mora em noites de luar,
Onde a brisa suspira e canta a cotovia,
Desde o romper da aurora ao declinar do dia?

Sabeis o que é um ninho em dias estivais,
Perdido no rumor dos bastos salgueirais
À borda dum riacho alegre, saltitante,
Que vai, de pedra em pedra, até morrer distante?

Sabeis o que é um ninho inundado de sol
Onde desperta o melro e dorme o roussinol?

Nâo, nâo sabeis? pois bem: juntai toda a ventura
Do vosso lar ditoso - os beijos a ternura
De uma estremosa mâe, os cuidados de um pai,
Os risos de uma irmâ, que tanto nos distrai,
O doce olhar de avò, vaidosa no carinho,
E ficareis sabendo o que se chama um ninho.

Afonso Simoes.


Meu caro amigo Antonio.
Se por ventura me permetes, é aqui através do teu blog que vou formular um apelo aos meus companheiros (Condiscipulos(as)) (as duas companheiras)) da 4a. classe, do ano lectivo escolar de 1951, do Sobral para um encontro no momento mais apropriado para todos.
Quando? No Verâo? No Sobral?
Tudo sera ralativo para a difiniçâo do lugar e a melhor disponibilidade de todos.
Enfim, o meu desejo é, de nos encontrar ao menos uma vez depois de tantos (60) anos... desde esse ano fabuloso em que trouxemos para o Sobral um grande numero de DISTINÇÔES do Concelho da Covilhâ... ou sejam 7 (sete).
O nosso professor José Pereira.
Peço desculpa, vou entretanto nomear alguns desses meus condiscipulos que creio ainda estâo viventes os quais com imenso prazer gostaria de encontrar... quem sabe... talvez pela ultima vez.
As duas colegas:
A Olivia,
A Maria (Ferreira). Filha de um antigo regedor do Sobral.
Os colegas:
José Dinis;
José (garanhoula)desculapa Zé, mas nâo me recordo dos teus outros apelidos mesmo se ainda somos parentes;
Diamantino dos Santos Bras, parente.
Ernesto Bras ? parente.
Antonio Ramos Bras, parente
Joâo Fernandes;
Joâo Lopes Marques.
Ha um outro do qual ja nâo me recordo.
Quem poderà nomea-lo?
Nesse ano eramos 13, 11 rapazes e 2 raparigas do Sobral.
Sei que o Gabriel Marques da Silva e o Manuel Ramos da Silva (O russo come lhe chamavamos) ja faleceram nos deixando assim por um mundo melhor.
A todos vos que ainda estais presentes, se por ventura existem possibilidades e desejais um encontro entre nòs (4a. classe) do ano lectivo de 1951. comunicai comigo: através do endereço é-mail: icisol@hotmail.com

Que bom seria encontrar-nos novamente!...

E, se cada um de nos faz o seu possivel, poderemos fazer do nosso encontro um sucesso

Saudades e um grande abraço para todos vos.

Laureano

NOTA: A todos vos que lireis esta mensagem peço-vos de todo o coraçâo de comunicar com estas pessoas se tal vos é possivel e apraz.

Muito obrigado

Nota 2. Peço desculpa pelos erros... ha 52 anos que emigrei, sendo hoje o francês o meu idioma diario.”

quarta-feira, 10 de junho de 2009

(Os) Lusíadas

(Imagem Google)

Numa manhã, a professora pergunta ao aluno: - Diz-me lá quem escreveu 'Os Lusíadas'? O aluno, a gaguejar, responde: - Não sei, Sra. Professora, mas eu não fui. E começa a chorar. A professora, furiosa, diz-lhe: Pois então, de tarde, quero falar com o teu pai. Em conversa com o pai, a professora faz-lhe queixa: - Não percebo o seu filho. Perguntei-lhe quem escreveu 'Os Lusíadas' e ele respondeu-me que não sabia, que não foi ele... Diz o pai: - Bem, ele não costuma ser mentiroso, se diz que não foi ele, é porque não foi. Já se fosse o irmão... Irritada com tanta ignorância, a professora resolve ir para casa e, na passagem pelo posto local da G.N.R., diz-lhe o comandante: - Parece que o dia não lhe correu muito bem... - Pois não, imagine que perguntei a um aluno quem escreveu 'Os Lusíadas'...respondeu-me que não sabia, que não foi ele, e começou a chorar. O comandante do posto: - Não se preocupe. Chamamos cá o miúdo, damos-lhe um 'aperto' e vai ver que ele confessa tudo! Com os cabelos em pé, a professora chega a casa e encontra o marido sentado no sofá, a ler o jornal. Pergunta-lhe este: - Então o dia correu bem? - Ora, deixa-me cá. Hoje perguntei a um aluno quem escreveu 'Os Lusíadas'. Começou a gaguejar, que não sabia, que não tinha sido ele, e pôs-se a chorar. O pai diz-me que ele não costuma ser mentiroso. O comandante da G.N.R. quer chamá-lo e obrigá-lo a confessar. Que hei-de eu fazer a isto? O marido, confortando-a: - Olha, esquece. Janta, dorme e amanhã tudo se resolve. Vais ver que se calhar foste tu e já não te lembras...!

(Autor desconhecido. Recebida por e-mail de Laureano Soares, conterrâneo e amigo)