Mostrar mensagens com a etiqueta pássaros. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta pássaros. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
ABELHARUCOS
| E foi-se... |
Olhando para aquele tempo em que fui apicultor militante, seria pressuposto abominar a existência de abelharucos que como o nome indica são grandes apreciadores de abelhas: E eu continuo a ser grande apreciador de mel e mais… da aguardente de mel. No entanto, em face da sua elegância e beleza e sendo também meus companheiros, nesta viagem cósmica, como poderia, pois, detestá-los?
E um dia destes, fui com o Marco Pedrosa pelo Rio Zêzere abaixo, em demanda dos abelharucos. E eles não falharam, como se tivéssemos marcado encontro lá estavam eles. À espera. De máquina em punho tentei aproximar-me o mais que pude. Não me deram muita confiança, obstaram sempre à minha intenção de os fotografar de perto. E um deles para mostrar o seu total desagrado, pela invasão da sua vida privada, deitou-se da árvore abaixo!
sábado, 30 de julho de 2011
Necessidades!
quarta-feira, 25 de maio de 2011
A vida atribulada dum pintassilgo!!
Veio de longe, de mansinho. O meu (chamei-lhe) zezito. De gravata e bem vestido, o pintassilgo (Carduelis carduelis) trazia consigo a sua companheira e enamorados, seduziram-se pelo lugar. De fronte dos meus olhos, olharam-me nos olhos e fizeram de conta que não me viram. No meu, fizeram em dois dias, o seu ninho. Trabalharam com alegria e empenhadamente. A sua casa, na glicínia a 320cm da portada da minha cozinha, era uma obra perfeita. Ao abrigo da chuva, era, no entanto, vulnerável ao vento do Noroeste. O vento soprava forte, mas não se importavam, até parecia que gostavam do balancé. O trânsito na Rua não os perturbava, tão pouco o barulho da digital. No entanto, pouco depois do início ou fim da postura (nunca saberei) enjeitaram o ninho. Bastou uma tarde, depois das 17 horas, ou na madrugada seguinte. Destruíram o(s) ovo(s) e partiram. Terão partido tristes. E não terão entendido o miar rouco do gato preto que no auge do seu cio procurava, também, a sua dama.
Voltarão em bandos, eu sei, no Outono. À procura, no lado Nascente, das sementes, o seu pão. Em bandos! Mas não serão os 40 ladrões, nem chuparão o sangue fresco da manada…
| A analizar o espaço envolvente... |
| A olhar-me nos olhos... |
| A planificar... |
| A primeira pedra... |
| A primeira placa |
| Falta material... |
| Mais um tijolo... |
| Pausa no trabalho. Um pintassilgo não é de ferro... |
| Obra quase pronta... |
| Últimos retoques... |
| Obra pronta... |
| Teste - solidez das estruturas... |
| Acabada a obra, canta. "Canta amigo, canta"... |
| Atento. Algo se passa... Ouve-se o miar rouco do gato preto! |
| Abandonado o ninho, vêm as formigas pelos restos da(s) gema(s). ( A Natureza a funcionar). |
Etiquetas:
aves de rapina,
ninho,
ninhos,
pássaros,
Pintassilgo
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Subscrever:
Mensagens (Atom)