E naquelas manhãs
mornas de Outono,
do ritual dos gestos, o grão espreguiçava-se pelo estendedouro e adormecia.
Ao cair da tarde, só que fosse uma brisa amena era uma bênção!
E tínhamos: água, moinho, fermento, forno.
E sentíamos:
a mesa e o pão.
(No chão
o gato com(er)ia as miolas)