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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

ESTE SILÊNCIO

Este silêncio triste e sem grão...

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

E NAQUELAS MANHÃS...

E naquelas manhãs

mornas de Outono,

do ritual dos gestos, o grão espreguiçava-se pelo estendedouro e adormecia.

Ao cair da tarde, só que fosse uma brisa amena era uma bênção!

E tínhamos: água, moinho, fermento, forno.

E sentíamos:

a mesa e o pão.

(No chão

o gato com(er)ia as miolas)

quarta-feira, 11 de março de 2009

Numa manhã suave de Outono...

Estes dedos que dedilham enquanto o forno espera…

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

BEM. ALTO.

Bem. Alto. Este pão, esta brisa da tarde – que alisa o grão.