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domingo, 25 de julho de 2010

O TESTE

Bancos portugueses vencem testes de resistência.

“O meu Banco” também passou no teste. Continua robusto e confortável.

O meu Banco não tem rácios, mas tem raça…

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

62 milhões de Euros?

Também quero vender as minhas (boas) acções a este preço:

A final de contas eu também fui Dono de um banco…

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Oportunidade perdida

No tempo em que fui dono do “meu banco” nem sabia da existência de Offshores… (Ah! Se soubesse… também quereria um paraíso fiscal…)

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

O MEU BANCO E... OS OUTROS!

(Réplica do meu banco)
Naquele tempo, andava, pela aldeia, descalço e, por vezes, não sei porquê as calças esfarrapavam-se! Mas, era dono de um Banco. Feito de cortiça pelo meu avô paterno (que também fazia cortiços para conforto das suas abelhas que habitavam lá para o Vale dos Tortos, Cabeça Sobral e para o Tarrastal). Era um tropeço diziam… Eu, todo concho, chamava-lhe banco de cortiça. E a partir daí comecei a tropeçar noutros bancos... Na escola primária tinha o banco da escola pegado à carteira. Lá por alturas da 4ª. Classe, mais concretamente em 17-07-1957, sentei-me, na Covilhã, num banco de jardim. Vi as árvores altas, relva, o lago com peixes vermelhos e disse-me: Estes da cidade têm muita sorte! Nós, na aldeia não tínhamos banco de jardim. Quando muito, uma pedra, uma soleira da porta, uma escaleira. E lá fui tropeçando, de perto ou de longe, em outros bancos: O banco que compra e vende dinheiro, o que o faz – o emissor, o que dita as regras – o central; o banco das urgências; o banco de sangue; o banco de esperma (pois claro, para espremer); o banco de dados, cujos dados são vendidos para nos entulharem de lixo as caixas do correio); o banco de areia, o banco dos réus. Nestes tempos modernos, para nos tornarem mais felizes, até nos criaram um banco de tempo – para trocarmos umas horas uns com os outros. E para minorar os erros ou vícios do “moderno” liberalismo económico, temos o banco alimentar contra a fome – esperam-nos à saída dos hipermercados e lá vamos contribuindo consoante as nossas posses; E agora para que o bem-estar seja mais amplo, quase perto da felicidade… esta velha Europa (dos ricos) até quer que os trabalhadores utilizem o (seu) banco de horas… E aqui, paro e penso naquela velha máxima daquele cliente que na taberna da Rua do Quelhas, em Lisboa, do alto da sua sabedoria alfacinha dizia quando lhe perguntava se queria sopa: “A sopa é uma aguarela que o rico inventou para dar ao pobre, não quero sopa”. Eu? Desta também não!... (Pelo menos, naquele tempo em que era dono de um banco, não tinha problemas destes… Problemas, problemas… só os do Caderno 1111).