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sábado, 25 de julho de 2009

Eu (e o) “Rio”

“Rio subterrâneo”… Ou melhor “rio subnevâneo”:

Formado pelo degelo da neve.

Foto obtida na Serra da Estrela, num pequeno vale que se situa à direita, entre o Cântaro magro e o cruzamento para a Torre, num mês de Agosto de finais dos anos (19)60.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

A rota!

Na rota de um rio… De mel.

quarta-feira, 25 de março de 2009

XISTOSIDADE (5)

Este rio que não é um rio, alisa-me pedaços esmiuçados das minhas memórias, eu rio

(-me), em silêncio…

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

À NATUREZA

(... em turbulência) Hino à natureza Vem ver, amor, a água do nascente descendo pela encosta a saltitar límpida, clara, fresca, a marulhar melodias cantadas alegremente. Vem ver o astro-rei lá no poente; vem e escuta o hino, o chilrear das aves puras, seu lindo cantar que glorifica o todo Omnipotente! Vem ver este lugar com os teus olhos, o alto da montanha perto dos céus; vem ver a sumptuosa natureza! Vem, depois vais dizer como eu, enfim, sabes, meu amigo, porque falo assim: a natureza é do mundo a maior riqueza! (Laureano Soares in Raízes de Ardósia)