
Ontem, olhei para o passado com lágrimas:
As conversas com o Virgílio Ferreira eram sempre demoradas. Do (jornal) HEY JUVE – centro do nosso Universo – partíamos, em cumplicidade, para a grandiosidade de Raoul Follereau, de Hellen Keller, de João Cabral de Melo Neto e do seu poema de Natal “Morte e Vida Severina” adaptado à Televisão e ao Teatro em diversos países e levado também à cena no Salão Paroquial do Sobral, pelo Virgílio. Tínhamos, então, a estrada e o sonho.
- Morreu o meu amigo, dói-me a sua ausência…